sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Toda trabalhada na manicure!

Vários sites comentando as fotos de Susaninha como Maria na paixão de Cristo de Nova Jerusalém.
O que eu gostei MESMO foi das unhas. Tenho certeza que as de Maria, dois mil anos atrás, em Jerusalém, eram IGUAIS!

Oh, Lady...


Tem como não amar? Lady Gaga, ao comentar sobre um evento em prol do casamento gay organizado por ela em Atlantic City:

"Fico honrada em pode continuar a levantar atenção e dinheiro para essa causa e essas incríveis organizações. Elas estão nas trincheiras todos os dias trabalhando em benefício de todos, sejam LGBT ou hétero. Direitos civis totais e igualitários são supostamente para todos nós.”

Via Perez Hilton.
Abaixo, apresentação dela no programa da Oprah. Sabiam que Gaga foi colega de escolha de Paris Hilton? Devia ser um luxo essa sala de aula!

Isso que é cinema...

Foram anos resistindo, mas hoje finalmente eu tomei coragem de assistir um pedaço dessa pérola do cinema nacional... Linda cena, cheia de valores que nos fazem pensar:

E os policiais, héin? Perderam a chance de passar o fogo...

BBBiba...

Viram que bonitinho o selinho entre Sérgio e Dicésar sendo exibido (tá, com efeitos especiais) em Rede Nacional? Muito bem, Boninho!
Morro de rir com os "héteros" pagando de liberais e se juntando num canto na hora em que tocou "I Will Survive".
E Alex, que teve a ousadia de xoxar a Lady Gaga? Fora DJÁ!

O prêmio da GLAAD

Saiu a lista de indicados ao prêmio anual de mídia da GLAAD (Gay and Lesbian Alliance Against Defamation), e alguns dos indicados já moram em meu coração...
Nos quadrinhos, temos Buffy - a caça vampiros, e entre os artistas musicais, o assumido Adam Lambert e é claro, nossa musa Lady Gaga.
Nos reality shows, torço por "Ru Paul`s Drag Race", é claro, e nos filmes para TV temos "An englishman in New York" e "Prayers for Bobby".
Série cômica, só posso torcer por "GLEE", e em dramática, "True Blood".
Nos filmes, tenho muita curiosidade para ver "Precious", onde dizem que a Mariah Carey deu um show de interpretação (recentemente eu vi "Glitter", então é difícil acreditar).

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Are baba!

Ai gente, hoje o ritmo está frenético, mas é por que está difícil ignorar a internet... sintam o clima Opash Ananda do filho de Hugh Jackman hoje, na Porcão Rio`s:

Are baguandí!

Momento HT

Vamos olhar mulher?
Na mesma campanha do Cristiano Ronaldo, a bela Megan Fox também fez bonito:

Megan é uma das cotadas para viver a princesa amazona nos cinemas e assim conquistar posto indelével em meu coração. Vamos ver como ficaria?

É nóis!


ATÓRON!! Já repararam que em DOIS programas já escutamos Madonna, Lady Gaga, Britney e Mika?
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Cristiano Ronaldo em campanha da Armani, provando que até no futebol há coisa que valha:

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

BBBiba e o governo...

E ontem começou o BBB, em sua edição "colorida".

A primeira decepção já veio com o fim da prova do líder, que colocou de volta na casa a ex-miss Joseane, ao invés das maravilhosas Fani Pacheco ou Nathália Cassassola. Mas o programa começou bem.

Carlos sem camisa é algo simplesmente glorioso, então é aproveitar para olhar enquanto ele ficar por lá. Minha torcida ainda está com Dicésar, mas até que Sérgio ganhou minha simpatia. Se eu não tivesse visto as fotos dele montado, até dava uns pegas. Angélica, a lésbica, parece bastante sensata. Adorei o chega-pra-lá que ela deu na Eliane, que saiu se apresentando dizendo que não é piranha...

Temos que olhar o programa com atenção, para ver como as questões da diversidade vão aparecer. Big Brother é tratado pela mídia intelectualizada como bobagem, mas qualquer programa que faça tanto sucesso é relevante. Vira conversa nas ruas, mobiliza emoções, e por isso mesmo espelha pensamentos e cultura.

Em edição tão gay, será interessante ver a reação do povo nas ruas e as conversas sobre o assunto na casa. Espero que os participantes não percam a chance de levar bons argumentos à emissora de maior repercussão no país.

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Em Brasília, o lançamento do Programa Nacional de Direitos Humanos gera polêmica. Como sempre, o governo resolveu "amarelar" por medo de pressões e consequente perda de votos... é uma pena.
Não vou nem falar do casamento gay, por que já estou cansado desse assunto. Mas não SUPORTO criarem polêmica com o aborto.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Depois não sabem por que eu implico...


Enquanto a fofíssima Lady Gaga agradece seus fãs por BAD ROMANCE se tornar seu quinto sucesso em primeiro lugar nas paradas, o pastor de uma igreja dos Estados Unidos resolveu fazer piquete em um de seus shows, pois Deus odeia Lady Gaga (pobre mito... fosse real, ficaria doido com tantas atribuições insanas).

A quizumba estava marcada para ontem, mas a neve foi tanta que o pastor ficou em casa. Pensam que ele sossegou? Disse que a neve foi sinal divino e que é o jeito de Deus protestar...

Só não tenho pena por que não sou cristão.

formspring.me

Pergunta aê! http://formspring.me/Fablongo

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Ai Janeiro...

Tantas emoções nas últimas semanas que acabei me esquecendo da melhor coisa que o ano novo traz: o BBB!

Por três meses, vamos nos deliciar com o preconceito do público brasileiro sendo exibido a cada eliminação. Nessa edição, para apimentar mais as coisas, temos uma verdadeira parada gay em meio aos participantes. Mais detalhes na postagem da diva Katy.

O caso é que assim de olho já tenho meus preferidos. Dimmy Kieer, por que uma drag merece a vitória:

E o carioca Carlos, por que néam?

Me joga no paredãããããooo!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Relationships...


Então depois de 89 meses de uma relação conturbada eu resolvi viver dois meses de uma epifania romântica. Seria tal idéia tão infantil? É possível, mas agora que voltei à solteirice posso entrar numa nova epifania: a de me sentir a Carrie Bradshaw!

Tudo começou oito meses depois de eu completar 18 anos. Finalmente tinha caído na night, muitos amigos novos, muitas experiências e num beijo em grupo um estalo químico fez com que eu me apaixonasse perdidamente. Em seis dias, a paixão virou namoro e em três meses ele terminou, com muitas lágrimas e desilusões. Em 20 dias voltamos e daí, em meio a brigas, idas e vindas, lágrimas e risos, construímos uma relação que passou dos sete anos e que mesmo não parecendo ideal para quem olhava de fora, teve muita coisa boa. O fim veio pelos desgastes que os problemas geraram, que acabaram me abrindo para uma outra paixão. Pelo menos consegui manter a cordialidade.

O novo amor veio. Com minha mania de analisar toda e qualquer situação, tive medo de ficar com alguém mais novo. Depois, foi preciso lidar com uma personalidade diferente, com arroubos de emoção em momentos íntimos (e deliciosos)e uma postura fechada e distante na maioria das vezes.

Eu tinha me decidido a ser um príncipe encantado. Um marido ideal. Assim, além do meu corpo e da minha fidelidade, ofereci minha amizade e meu sorriso. No fim, ele acabou se sentindo mal por não conseguir retribuir minha dedicação e no último momento, quando eu mesmo já pensava em desistir, resolvi conversar e ver se era algo que poderíamos trabalhar e resolver. Não era. Terminamos e lendo esse texto parece que a culpa é dele, nem é. Minha música para essa relação é EXAGERADO, do Cazuza, pois parte do problema foi o desequilíbrio causado pela intensidade das minhas demonstrações de afeto.

Mas aí vem aquele papo da instabilidade dos relacionamentos gays. Um dos grandes problemas é a tentativa de reproduzir o modelo heterossexual, sem a ajuda da cultura, do casamento e de filhos, mas o problema está no que aprendemos mesmo.

No caso dos homossexuais masculinos, temos dois homens, dois caras culturalmente condicionados para a promiscuidade. Sem o freio de uma mulher educada a "se valorizar", terminamos em relações extremamente sexualizadas, que muitas vezes não abrem espaço para algum tipo de envolvimento. Subtraindo os caras que não podem se envolver por serem casados ou estarem no armário, as opções ficam bem rasas...

Aí, no "mundinho gay", ficamos com os rapazes que são ou se sentem feios por não se enquadrarem no ideal de beleza do meio. Esses, por essa rejeição, costumam ser mais abertos a relacionamentos afetivos, embora às vezes caiam na armadilha de desejar "deuses gregos" que não lhes darão atenção.
Temos também esses deuses, geralmente cegos pela adulação, mais preocupados em aproveitar a atenção e o sexo fácil, sem pensar ou preferindo esquecer o lado emocional.
Fora desses pólos, há aqueles que não querem um namorado efeminado, aqueles que não acreditam no namoro entre dois homens, aqueles que não conseguem ser monogâmicos, aqueles que acham que a monogamia é fundamental para o relacionamento e é claro, aqueles que tentam.

Sempre achei que a postura mais saudável e ir vivendo, até que um dia, por sorte, coincidência (ou destino, para quem crê), alguém que poderia ser perfeitamente corriqueiro (e que para outras pessoas certamente foi), te toca de alguma maneira especial.
No "mundo gay", a oferta pode ser um problema, mas com certeza as dificuldades em assumir a identidade gay também pesam. Salvo raríssimas exceções, todo gay passou por algum problema ao "se descobrir" ou se vir confrontado com essa identidade. Isso cria cicatrizes, faz com que seja difícil confiar nos outros ou ser aberto sobre si mesmo, e taí uma questão onde podemos afirmar que somos diferentes dos heterossexuais. Por mais que todo o mundo tenha dificuldade em se acertar, a "mente gay" é muito mais complicada para esse setor do que a hétero.

Então talvez seja verdade que para dois homens é mais difícil ter um relacionamento sério e duradouro (não que essa seja uma necessidade, como apontam livros, músicas e filmes, mas enfim...). Mas acho que a coisa é muito mais complexa do que luxúria num ambiente permissivo ou simples vocação do gênero (isso tem peso, é claro, já que lésbicas tendem a ter relacionamentos mais consistentes).

Tenho um amigo que diz que até as relações de amizade são difíceis no nosso meio. Talvez sejam. Eu não sei por que em meio a namorados, amantes, ficantes, peguetes e até uma garota ocasional, foram meus amigos que seguraram minha onda, me ouviram, secaram minhas lágrimas e foram pra balada dançar comigo. E talvez sejam esses nossos relacionamentos sérios.
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E uma notícia, só para provar que a coisa tá feia até para os muito talentosos...
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Por fim, risos.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Um novo ano...

E hoje o P-Files completa um ano. Mais uma vez, é época de canalizar as energias e criar esperanças, pois um novo ano vem aí, com todas as maravilhosas possibilidades que as mudanças prometem...
Para fechar o ano, foto do casal Alex Freyre e Jose Maria di Bello, que se casaram na Terra do Fogo, tornando-se o primeiro casal gay a fazer isso na América Latina.

2010 vem com boas promessas, já que além do show da Beyoncé (e o ingresso tá na mão, minha gente...), já temos os primeiros indícios de um show da Lady Gaga, em Maio. Abaixo, fotinho dela com a querida Cindy Lauper, em campanha da M.A.C Viva Glam em prol das pesquisas sobre AIDS.

Por fim, um vídeo da primeira cena de sexo gay numa novela americana do horário diurno, só para mostrar que até eles já passaram pela barreira do beijo gay:

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Oh Hollywood...


Tem uma piadinha que diz que o coletivo de viado é elenco. Aqui não somos tão sensíveis com esse tipo de coisa, por entender que preconceitos existem e não podemos ver nossa sociedade pelos nossos olhos, e sim como ela é. Enfim, todas as idéias nascem por algum motivo (onde há fumaça...), então podemos admitir que gays e o showbiz (e a arte em geral)tem mesmo muito em comum. Vamos à notícia...

Em 12 de Fevereiro estréia nos Estados Unidos o filme Valentine`s Day, uma comédia romântica que mostra cinco casais enquanto eles celebram o dia dos namorados em Los Angeles. Não sei se a estréia no Brasil será adiada até Junho, mas o que chamou a atenção na mídia de cinema (e motivou o post) foi a exclusão do casal gay no trailer do filme.

Bradley Cooper interpreta um homem apaixonado por um atleta enrustido interpretado por Eric Dane.

A questão é se é realmente impossível fazer propaganda de uma comédia romântica assumindo que existe um casal gay, como se a população fosse sair correndo do cinema ou propor um boicote. Um caso citado foi o do filme A Single Man, estréia na direção do estilista Tom Ford que conta a história de um homem gay, interpretado pelo suspeito Colin Firth (que provavelmente será indicado ao Oscar), baseado na obra de Christopher Isherwood, autor gay.
O diretor diz que o filme é universal, não um filme gay.

Eu entendo essa posição, já que é muito chato (para nós) vivermos a vida toda sob a égide da homossexualidade, como se orientação sexual fosse a coisa mais definidora do mundo, mas é complicado fingir que não está ali, quando é parte do assunto da obra.

Ainda sobre filmes, eis minha opinião sobre Do Começo Ao Fim.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Reloading?

Pois é, um mês sem postar. A votação no site do Senado Terminou indicando que a maioria é contra a aprovação do PLC 122/2006, mesmo que a idéia seja proteger as pessoas. É triste que por causa da associação com Homofobia, o fato do projeto proteger idosos e deficientes passou batido. E onde fica a nossa posição contra reacionários-fanáticos-moralistas quando provavelmente a comunidade se engajaria mais caso a votação fosse patrocinada pela Apple e contasse com show da Britney para fazer campanha?
Em poucos dias esse blog completará um ano. Esse lapso aconteceu por muitos fatores, alguns de ordem bem prática como falta de tempo, trabalhos e estudos, outros de ordem emocional como desentendimentos, rompimentos e novas relações.
O certo seria colocar links para notícias relevantes e tentar fazer um resumo do que vem acontecendo na cena, mas fica para 2010. Eu até tinha separado coisas dignas de nota nas abas do navegador, mas ontem fiz a hostess na minha tradicional festa natalina, computador dando sopa e em pouco tempo lá se foram as abas para o limbo cibernético...
Mas resumindo, o Flamengo tem uma presidente, o que eu achei muito inusitado (vocês sabem, há toda uma turba de homofóbicos prontos para acrescentar misoginia a seus currículos de botequim, numa postura até estranha, já que teoricamente esses homens gostam de mulher... aham).
Um jovem gay foi brutalmente assassinado em Porto Rico, fazendo com que o nativo mais famoso, Ricky Martin, se pronunciasse sobre o caso (sem aproveitar para se assumir).
Leila Lopes se matou com finesse, deixando uma carta de despedida muito sã, onde se dizia cansada. Suicídio é outro daqueles tabus que fazem a classe média estufar o peito com seus valores, mas a vida era dela, ela não quis ficar velha, estava com saudades da mãe, já tinha rodado o mundo... Deixou o enterro pago, o que é elegante.
Lady Gaga foi escolhida a mulher do ano pela MTV, o que me parece bem óbvio, já que ninguém brilhou como ela em 2009. Com meu ingresso comprado para bater cabelo em frente à virilha da Beyoncé em Fevereiro, minha lista de shows pop estaria completa, não fosse justamente o advento glorioso de Gaga e sua genialidade kitsch.
Voltando ao futebol, Richarlyson é mais uma vez motivo de chacota, agora que colocou um aplique nos cabelos. É uma pena que a torcida de seu próprio time (é o São Paulo, né?) crie tanto caso, quando o clube segue com postura tão profissional, cobrando do atleta que ele faça seu trabalho e pronto. Pode parecer que a solidariedade é por que eu sou gay, mas se o cara está fazendo o trabalho dele direito, ele podia ser gay, ser cego, ser roxo e ninguém tem que falar nada.
Enfim, vamos ver se agora retomamos o ritmo. Vai ajudar muito se nosso bolão da Mega Sena der certo e pudermos postar ricamente via iphones com penduricalhos Tarina Tarantino.